Uma das grandes dificuldades das organizações é saber comunicar com os seus interessados. A nossa igreja é uma organização e também tem esta dificuldade.
Porque será que são gastos milhares de euros em diversos spots publicitários? Porque será que as empresas, cuja sua maior obsessão são os lucros, pagam rios de dinheiro por 30 segundos na televisão? Fácil, para tentar comunicar com os seus (futuros) clientes.
Existem muita literatura sobre a comunicação dentro de organizações e um dos pontos no qual não existe dúvidas é que, mais do que comunicar, um orador deve conectar-se à sua audiência. A sua voz deve ser ouvida e respeitada. O mesmo se aplica a igreja: um elo essencial da comunicação com a comunidade é conectar-se a ela. Preocupar-se pela comunidade e tirar tempo para ouvir as suas preocupações é um dos melhores meios para que a voz da igreja possa ser ouvida e respeitada.
A nossa igreja, felizmente, tem muitos programas dirigidos para a comunidade envolvente. No entanto, é raro percebermos o que é que a nossa comunidade precisa. "As pessoas não se preocupam com o quanto nós sabemos até que saibam o quanto nos preocupámos". O próprio ministério de Jesus revelam estes princípios. Ele inseria-se na sociedade, caminhava no meio do povo, ouvia as suas súplicas, curava as suas necessidades, mostrava a Sua simpatia por eles e, no fim, tinha toda a autoridade para dizer "Segue-me". E as pessoas ouviam.
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